Apoio político de “evangélico” não representa o evangélico raiz

Artigo de opinião - Alberto Rocha - Jornalista
De mamando a caducando, todo político, seja crente, macumbeiro, espírita, católico, ateu, todos correm atrás dos crentes para pedir voto. Nada de errado.
Pedir voto é legal, mas apoiar alguém com promessa de ganhar dinheiro é imoral, indecente, uma desgraça. Não adianta rezar 50 Ave-Maria, 50 Pai-Nosso, subir o monte de madrugada para orar, fazer campanha e outros fetiches religiosos e se vender. O "crente" corrupto vai ser sempre corrupto, envergonhando o verdadeiro evangelho.
Por que políticos correm atrás de líderes religiosos para pedir voto? Veja alguns motivos:
1- O político comprou a metade da igreja. O líder prometeu no pacote. Corrupção!
2- Muitos líderes, que se dizem evangélicos, se venderam ou venderam a igreja com promessa de vantagens diversas. Corrupção!
3- Muitos políticos compram líderes religiosos com emendas para eventos de evangélicos. A liderança coloca tudo no pacote do apoio. Corrupção!
4- Muitos líderes, que se dizem pastores, não têm consciência de chamada ou de ministério pastoral. Enganação, falsos profetas!
5 - Muitos líderes correm atrás de poder, de fama, de dinheiro. A igreja pertence a Cristo e não à malandragem.
Muitos que se dizem contra o aborto, defendem a família e outros valores cristãos, mas, na política, são corruptos. Se não se converterem, vão cair no colo do Diabo.
Resumindo: deve-se votar em político que tenha proposta e projetos de interesses da sociedade e não porque oferece dinheiro ou projeto de poder.
“Quanto mais conheço os homens, mais admiro os meus cachorros"(Schopenhauer).








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